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| Caso Magó | Ainda sem solução, morte de bailarina completa um mês

Por Redação do Mandaguari News em 26/02/2020

Enquanto a Polícia Civil tenta identificar o assassino da bailarina Maria Glória Poltronieri Borges, a tristeza de familiares, da classe artística e de amigos da jovem se traduz em homenagens. No próximo dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, das 8 às 11 horas, no gramado da Catedral Nossa Senhora da Glória, centro de Maringá, acontece a manifestação “Criação Coletiva – Painel de Cerâmica – Homenagem à Magó”. O ato não deixa cair no esquecimento a morte brutal da moça, aos 25 anos, e o clamor por Justiça da sociedade maringaense

Outras manifestações já foram realizadas em homenagem à bailarina. No dia 1º de fevereiro, uma manifestação na Praça da Prefeitura reuniu centenas de pessoas em ato de repúdio ao feminicídio. Esta manifestação se replicou em diversas cidades do País. Outra iniciativa, esta da classe artística, pede que o Teatro Reviver, na Avenida Cerro Azul, s/n, na Zona Sul de Maringá, passe a ser denominado Teatro Reviver Magó.

A jovem, filha de família tradicional de Maringá – a mãe Daísa Poltronieri e o pai Maurício Borges -, foi encontrada morta no dia 26 de janeiro, em uma mata próximo à cachoeira de uma chácara de lazer em Mandaguari, região de Maringá. As investigações da Polícia Civil e laudos do Instituto Médico Legal apontam que ela foi estuprada e estrangulada, e lutou antes de morrer. A Delegacia de Polícia Civil de Mandaguari e a de Maringá estão empenhadas em identificar o criminoso. Mais de 50 pessoas já foram ouvidas. São aguardados laudos de análise de material genético de três suspeitos.

Informação: Frank News

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